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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Precisamos discutir a Educação Pedagógica

"Uma revolução pedagógica baseada nos resultados da pesquisa psicopedagógica está em curso no mundo inteiro. Essa revolução pedagógica visa a impor uma ‘ética voltada para a criação de uma nova sociedade’ e a estabelecer uma sociedade intercultural. A nova ética não é outra coisa senão uma sofisticada reapresentação da utopia comunista. O estudo dos documentos em que tal ética está definida não deixa margem a qualquer dúvida: sob o manto da ética, e sustentada por uma retórica e por uma dialética frequentemente notáveis, encontra-se a ideologia comunista, da qual apenas a aparência e os modos de ação foram modificados. A partir de uma mudança de valores, de uma modificação das atitudes e dos comportamentos, bem como de uma manipulação da cultura, pretende-se levar a cabo a revolução psicológica e, ulteriormente, a revolução social."  (Pascal Bernardin)
É necessário fazer uma reflexão, sobre o que trouxe a escola numa descida ladeira abaixo, nos últimos 30 anos. A Escola Pública foi sucateada, mesmo tendo mais investimentos financeiros, os resultados obtidos foram muito inferiores na formação dos alunos. 

As perguntas norteadoras deveriam ser:

O que estamos fazendo que não está funcionando? 
Por quê mais de 78% dos alunos universitários são analfabetos funcionais? 
Por quê nossa pedagogia produz analfabetos funcionais em série? 
Quais alternativas temos para mudar de caminho e resgatar a "Educação Magna"? 

Como diz um ditado motivacional, "se continuarmos fazendo as mesmas coisas, não poderemos obter resultados diferentes. 

Somente quem tem humildade é capaz de reconhecer os erros e buscar mudanças. Porém os totalitários não reconhecem seus erros e não aceitam qualquer debate que não esteja alinhado com suas proposições. É fácil fugir ao debate, basta taxar de discurso de ódio qualquer questionamento que não se alinhe com a filosofia, ou melhor, pedagogia que defendemos.

Há na faculdade um discurso totalitário e único, que não aceitam o debate e insistem em manter as coisas do jeito que estão como se tivéssemos a melhor educação do mundo. 

Há uma uniformização do pensamento, e quem decide pensar por si mesmo é imediatamente silenciado pelos rótulos ou gritaria. Os educadores impõem o pensamento que devem dominar os círculos acadêmicos, assim eles nos dizem o que devemos pensar, do contrário eles exercerão um patrulhamento ideológico, perseguindo até calar as vozes dissonantes. 


Os escritores Modernistas Guilherme de Almeida, Menotti Del Pichia, Cassiano Ricardo e Plínio Salgado em 1929 no Manifesto do verde-amarelismo previram o fracasso da educação e da liberdade de pensamento. Eles se manifestaram contra toda “sistematização ideológica do pensamento", alegaram que já tinham sido 'alforriados', e não se curvariam a tutela ideológica. 

Por defenderam a liberdade de pensamento e que o brasileiro deveria ser o que quisesse, manifestando qualquer religiosidade ou não. Sofreram um assassinato de suas reputações, num patrulhamento ideológico que aniquilou qualquer menção aos seus trabalhos e livros. A ponto de mesmo os três primeiros serem organizadores da Semana de Arte Moderna, os livros didáticos não fazerem qualquer tipo de citações a eles. Ainda que Guilherme de Almeida e Menotti Del Pichia foram eleitos o quarto e quinto príncipes da poesia brasileira. E Almeida ser reconhecido mundialmente como papa da poesia Haicai, não são estudados pelos nossos alunos brasileiros. 

Outro detalhe, sobre o patrulhamento ideológico imposto a eles, é o fato de não terem suas obras disponíveis nos sites oficiais, como Domínio Público e Biblioteca do Senado. Até agora não conheci nenhum professor de Língua Portuguesa que tenha lido o Manifesto do Verde-amarelismo, um texto de amor ao Brasil e a liberdade de expressão e pensamento, mas terrivelmente contrário àquilo que chamaram de "sistematização ideológica do pensamento, e por isso mesmo descrito pelos livros didáticos do MEC como um manifesto fascista, nazista, racista e intolerante, o nome disso é assassinato de reputação.

"Ademais, o nível escolar continuará decaindo, o que aliás não surpreende, já que o papel da escola foi redefinido e que sua missão principal não consiste mais na formação intelectual, e sim na formação social das crianças; já que não se pretende fornecer a elas ferramentas para a autonomia intelectual, mas antes se lhes deseja impor, sub-repticiamente, valores, atitudes e comportamentos por meio de técnicas de manipulação psicológica. Com toda nitidez, vai-se desenhando uma ditadura psicopedagógica." (Pascal Bernardin,  em seu livro Maquiavel Pedagogo).

MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 1: https://bit.ly/2Z8NDs0

MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 2 - FINAL:   https://bit.ly/303wk9a


Imagens da internet.


domingo, 11 de agosto de 2019

Em resposta ao artigo de Ascânio Seleme, “Mentiras e mentiras”, O Globo de 11/08/2019

Triste ver como pessoas, que aparentemente tem discernimento intelectual, mas usam de desinformação, baseada numa sistematização ideológica do pensamento para enganar, torcer, distorcer e mentir na lata. 

Parece que aprendeu com o pai. O melhor mesmo é o final, em que ele reclama a perda da hegemonia do discurso, e reivindica que as pessoas deveriam continuar se "(des)-informando" pela os veículos chapa branca da mídia marxista. 

Parece que o articulista vive em outro país e acabou acordar de uma hibernação de 30 anos. 
E ele acha que o país ainda tem educação pública de qualidade, e que ainda chamamos as escolas particulares de PPP (papai pagou passou). Ele finge que a destruição causada pela esquerda na educação brasileira não existe. Os últimos lugares no Pisa são fantasia. A destruição das Universidades Federais é uma falácia. 


Sobre a educação, falo com conhecimento de causa, de quem passou os últimos 4 anos dentro de escolas estaduais, e os últimos 3 anos dentro de uma Universidade, cursando uma nova graduação em Letras. 

O domínio marxista nas escolas, assalto previsto por Antônio Gramsci, ao dizer que "dever-se-ia tomar escolas e não quartéis", e levado a cabo no Brasil por professores, mentoriados por Fernando Henrique Cardoso e Paulo Freire, ambos se auto intitulavam os principais representantes do pensamento gramscista no Brasil. 

A divisão do povo brasileiro em raças e classes para dominarem. O aumento exponencial da violência no país, chegando a números de guerra, com mais de 65 mil assassinatos por ano. Hoje sabemos, pela revelação dos áudios gravados pela Polícia Federal, de líderes das organizações criminosas do país, da parceria entre essas organizações e os partidos políticos de esquerda, como PT, PSOL, PSB, PCdoB, MDB, PSDB, DEM, PSTU e catervas.


Aliás, em uma entrevista a Jovem Pan, Roberto Jefferson, que foi preso no mensalão, ao ser perguntado de suas memórias do cárcere, revelou o domínio dos presídios brasileiros pelo PSOL, e incentivo deste partido aos criminosos e defesa dos bandidos. Fato, também, me confirmado por um professor que conheci, ele deu aulas no sistema prisional mineiro, que é dominado pelo PSOL. 

E o assalto aos cofres públicos? Levando o país a bancarrota. 

Foi tanta corrupção, que o ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi, dos governos Lula/Dilma, em ato falho, ao ser demitido pela então Presidente Dilma, declarou a jornalistas que o problema dos governos petistas eram a ganância pela propina e roubo. Segundo ele, tem a cota, que é "permitido" roubar, de até 15%, e que não tinha problema nenhum, a economia andava. Mas o PT impôs a “propinocracia”, onde roubavam mais de 300%, aí o pais não suportou. 

E o financiamento de tiranos mundo afora. 



Como Fidel Castro de Cuba, Porto de Mariel e Programa Mais Médicos, foram bilhões desviados para Cuba. Chavez e Maduro na Venezuela, construção de rodovias e Metrô de Caracas dentre várias outras obras, também foram bilhões. Poderia citar Angola, Moçambique e outros países africanos. 
Sem contar na organização e fundação da maior organização criminosa do mundo, o Foro de São Paulo, que tem dentre seus membros fundadores as Farcs colombianas.

 No Brasil desde a subida de Lula ao poder as cracolândias se multiplicaram exponencialmente em todas as cidades do país, virando uma epidemia. Isso não aconteceu por acaso, mais foi política dos governos petistas, era necessário ampliar o mercado para os parceiros do Foro de São Paulo.


Quem lê um pouco sobre a implantação do comunismo, vai encontrar este modus operandi na dominação da China, Afeganistão e inclusive na ex-URSS. Esta estratégia de guerra é descrita no livro Cocaína Vermelha, enfraquecer a juventude para que não haja resistência. 

O que dizer da destruição dos valores da sociedade? Ataques a família? Destruição da mente de crianças, principalmente com o mito da ideologia de gênero. Nas escolas é assustador a quantidade de crianças se cortando. Inclusive dados de suicídio entre crianças vem subindo assustadoramente. 

Bolsonaro rompe que a hegemonia e é uma ameaça ao status quo esquerdista e sua megalomania para estabelecer a ditadura do proletariado no Brasil, transformando o país numa republiqueta de miseráveis e escravos, como a Venezuela, Cuba, Coréia do Norte, ou numa China, o país mais desigual do mundo. 

Estamos retomando o Brasil, há muito o que se fazer ainda, principalmente em escolas e universidades. 

O bem vai vencer, o mal está sendo revelado, todo plano diabólico para dominar o país está desmoronando, a prova cabal é o artigo de Ascânio Seleme, Mentiras e mentiras, que tenta aplicar a desinformação baseadas em rótulos marxistas, "guerra psicológica", para desqualificar o Presidente e seu Governo, que em menos de oito meses começa a dar um norte para o Brasil. 

Que desespero em Seleme? 

Subestimaram o Capitão, pois vivem numa bolha. Mas o mensaleiro e pensador da quadrilha comunopetista, José Dirceu, previu que Bolsonaro ganharia e que ficaria no poder por muito tempo.


Imagem artigo de O Globo.
Vídeos do Youtube.

sábado, 10 de agosto de 2019

Disciplina X Indisciplina: Como Vencer a Indisciplina em Sala de Aula

 “A coisa mais importante que um professor pode almejar é estimular os alunos a se aplicarem ao estudo. Alguns profissionais conseguem esse feito por meio de orientação e encorajamento, ao passo que outros se valem do medo e da intimidação. Eu poderia dizer que ambas as estratégias são formas de amor.” (MALI, 2013, p. 13)  

As notícias na Grande Mídia dão conta que diversos professores foram agredidos por alunos em sala de aula país afora. Também tomou conta do noticiário, o massacre da escola de Suzano, ocorrido em 13 de março de 2019, na Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano, no estado de São Paulo, causando uma comoção nacional na população. É uma angústia no ambiente escolar, professores apreensivos e ao mesmo tempo cientes de sua missão de ‘estimular os alunos a se aplicarem ao estudo’, sentimentos antagônicos, e nos olhares destes mestres um sonho de verem seus alunos trilhando o caminho do conhecimento, aplicando-se aos estudos. 

"As pessoas pós-modernas veem pouca vantagem em ler livros que não contribuem diretamente para sua carreira ou lhe deem prazer. Isto é um resultado lógico do ateísmo, que finalmente compreendeu que a mente humana não pode conhecer o que é verdadeiro e justo."  (MANGALWADI, 2012, p. 18) 

 Talvez, a maior dificuldade dos professores tem sido motivar os alunos a lerem, ou melhor, despertar neles o interesse pela leitura, eles não conseguem ver qualquer vantagem para se debruçarem sobre um livro, e viajarem numa leitura apaixonante. Raríssimas exceções, são alunos que tem um livro na mão.  Mesmo os projetos de leitura desenvolvidos pelas escolas com textos curtos, na maioria das vezes, não conseguem motivar e instilar neles o gosto pela leitura. 

Uma percepção, é que apesar dos hercúleos esforços para uma leitura em sala, invariavelmente termina em bate papo e muito barulho e pouca, mas pouquíssima leitura significativa. 

Parece que perdeu-se um elo na arte de ensinar, e o baixíssimo nível de interesse dos alunos em aprender, principalmente a língua portuguesa na norma culta. Há neles um desprezo pela gramática normativa, exatamente a que lhes permitiria interpretar textos e compreender o sentido dos termos empregados. Salienta-se ainda a dificuldade de leitura audível em classe, com um tropeço em várias palavras, dificuldades com a entonação ao lerem a pontuação. 

Como formar cidadãos autônomos e críticos nessa condição? Comenius em sua Didática Magna destaca que o professor terá que ‘investigar e descobrir o método’ para ensinar de uma forma significativa. E talvez o maior desafio será vencer a indisciplina na sala de aula, pois professores perdem quase metade do tempo tentando restabelecer o silêncio mínimo para que se possa explicar uma matéria. 

Será que a ‘proa e a popa da Didática’ empregada na sala de aula não furaram? Professores vão se naufragando neste mar revoltoso que se tornou a sala de aula. Uma sensação que se precisa de mudanças na pedagogia aplicada ao ensino brasileiro, sem disciplina não se pode receber e descobrir o conhecimento. 

“A proa e a popa da nossa Didática será investigar e descobrir o método segundo o qual os professores ensinem menos e os estudantes aprendam mais; nas escolas, haja menos barulho, menos enfado, menos trabalho inútil, e, ao contrário, haja mais recolhimento, mais atrativo e mais sólido progresso...” (COMENIUS, 2001, p. 3) 

 Segundo Rosa (2000), em seu livro, A Educação Segundo a Filosofia Perene, o papel do professor de acordo com São Tomás de Aquino, “...afirma que no ensino o professor não pode, por uma necessidade ontológica, ser a causa principal do conhecimento. Esta causa é a atividade do aluno; o papel do mestre não é o de infundir a ciência, mas o de auxiliar o discípulo." (Pág. 19) 

 A analogia feita por Tomás de Aquino entre o médico e o professor, mostrando o papel deste primeiro em relação ao doente, feita em sua Quaestiones Disputatae de Magistro, é citada por Rosa (2000) para explicar o grande desafio do professor, que ainda é o mesmo em nossos dias, despertar o interesse do estudante para o aprendizado. 

“Assim como o médico é dito causar a saúde no enfermo através das operações da natureza, assim também o mestre", diz Tomás de Aquino, “é dito causar a ciência no discípulo através da operação da razão natural do discípulo, e isto é ensinar. Se o mestre tentar seguir uma conduta diversa”, diz ainda Tomás, o resultado será que ele "não produzirá no discípulo a ciência, mas apenas a fé". (Pág. 20)



Citações:
COMENIUS, Iohannis Amos. Didática magna. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
MALI, Taylor. Um bom professor faz toda diferença. Rio de Janeiro: Sextante, 2013.
ROSA, Antônio Donato Paulo. Educação segundo a filosofia perene. Cristianismo.org.br, 2000.

Imagens de internet.

terça-feira, 12 de julho de 2016

BUSCANDO A EXCELÊNCIA - POR LYA LUFT

Lya Luft: “Estamos carentes de excelência. A mediocridade reina, assustadora, implacável e persistente”



Lya Luft: “Estamos carentes de excelência. A mediocridade reina, assustadora, implacável e persistente”


“As infelizes cotas (…) servem magnificamente para alcançarmos a mediocrização também do ensino superior” Foto: Tiago Lubambo)



Artigo publicado em edição impressa de VEJA.


BUSCANDO A EXCELÊNCIA

Lya Luft

Quando falo em excelência, não me refiro a ser o melhor de todos, ideia que me parece arrogante e tola. Nada pior do que um arrogante bobo, o tipo que chega a uma reunião, seja festa, seja trabalho, e já começa achando todos os demais idiotas. Nada mais patético do que aquele que se pensa ou se deseja sempre o primeirão da classe, da turma, do trabalho, do bairro, do mundo, quem sabe? Talento e discrição fazem uma combinação ótima.

Então, excelência para mim significa tentar ser bom no que se faz, e no que se é. Um ser humano decente, solidário, afetuoso, respeitoso, digno, esperançoso sem ser tolo, idealista sem ser alienado, produtivo sem ser viciado em trabalho. E, no trabalho, dar o melhor de si sem sacrificar a vida, a família, a alegria, de que andamos tão carentes, embora os trios elétricos desfilem e as baladas varem a madrugada.

Estamos carentes de excelência. A mediocridade reina, assustadora, implacável e persistente. Autoridades, altos cargos, líderes, em boa parte desinformados, desinteressados, incultos, lamentáveis. Alunos que saem do ensino médio semianalfabetos e assim entram nas universidades, que aos poucos — refiro-me às públicas — vão se tornando reduto de pobreza intelectual.

As infelizes cotas, contra as quais tenho escrito e às quais me oponho desde sempre, servem magnificamente para alcançarmos este objetivo: a mediocrizaçâo também do ensino superior. Alunos que não conseguem raciocinar porque não lhes foi ensinado, numa educação de brincadeirinha.

E, porque não sabem ler nem escrever direito e com naturalidade, não conseguem expor em letra ou fala seu pensamento truncado e pobre. Professores que, mal pagos, mal estimulados, são mal preparados, desanimados e exaustos ou desinteressados. Atenção: há para tudo isso grandes e animadoras exceções, mas são exceções, tanto escolas quanto alunos e mestres. O quadro geral é entristecedor.

E as cotas roubam a dignidade daqueles que deveriam ter acesso ao ensino superior por mérito, porque o governo lhes tivesse dado uma ótima escola pública e bolsas excelentes: não porque, sendo incapazes e despreparados, precisassem desse empurrão. Meu conceito serve para cotas raciais também: não é pela raça ou cor, sobretudo autodeclarada, que um jovem deve conseguir diploma superior, mas por seu esforço e capacidade, porque teve ótimos 1º e 2° graus em escola pública e ou bolsas que o ampararam.

Além do mais, as bolsas por raça ou cor são altamente discriminatórias: ou teriam de ser dadas a filhos de imigrantes japoneses, alemães, italianos, que todos sofreram grandemente chegando aqui, e muitos continuam precisando de esforços inauditos para mandar um filho à universidade.

Em suma, parece que trabalhamos para facilitar as coisas aos jovens, em lugar de educá-los com e para o trabalho, zelo, esforço, busca de mérito, uso de sua própria capacidade e talento, já entre as crianças. O ensino nas últimas décadas aprimorou-se em fazer os pequenos aprender brincando.

Cotas, ainda mais por raça ou cor, “são altamente discriminatórias: ou teriam de ser dadas a filhos de imigrantes japoneses, alemães, italianos, que todos sofreram grandemente chegando aqui, e muitos continuam precisando de esforços inauditos para mandar um filho à universidade”

Isso pode ser bom para os bem pequenos, mas já na escola elementar, em seus primeiros anos, é bom alertar, com afeto e alegria, para o fato de que a vida não é só brincadeira, que lazer e divertimento são necessários até à saúde, mas que escola é também preparação para uma vida profissional futura, na qual haverá disciplina e limites — que aliás deveriam existir em casa, ainda que amorosos.

Muitos dirão que não estou sendo simpática.

Não escrevo para ser agradável, mas para partilhar com meus leitores preocupações sobre este país com suas maravilhas e suas mazelas, num momento fundamental em que, em meio a greves, justas ou desatinadas, projetos grandiosos e seguidamente vãos — do improviso e da incompetência ou ingenuidade, ou desinformação —, se delineia com grande inteligência e precisão a possibilidade de serem punidos aqueles que não apenas prejudicaram monetariamente o país, mas corroeram sua moral, e a dignidade de milhões de brasileiros.

Está sendo um momento de excelência que nos devolve ânimo e esperança.



Extraído: https://wordpaulotamer.wordpress.com/2012/09/30/lya-luft-estamos-carentes-de-excelencia-a-mediocridade-reina-assustadora-implacavel-e-persistente/

Damares e o assessor da Teologia da Missão Integral

Lembre-se da máxima revolucionária extraída das ideias de Maquiavel: “Converter-se no seu contrário quantas vezes for necessário!” D...