Mostrando postagens com marcador professores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador professores. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Morte aos evangélicos...

Por Cláudio Godoy

“Claro que prefiro a paz, mas, neste contexto concreto na Bolívia, torço ferrenhamente para que as forças da resistência peguem em armas e matem a tiros os fascistas e EVANGÉLICOS que tentam destruir a Bolívia. Fascistas não têm direito a vida”, 

O jornalista Pedro Aguiar, professor na Universidade Federal Fluminense (UFF), militante de esquerda no Brasil, usou sua conta no Twitter para desejar que EVANGÉLICOS e opositores aos partidos de esquerda na Bolívia fossem mortos à bala... De acordo com o Site O POVO online; “Após a repercussão negativa, o jornalista retirou o perfil @pedreco do ar, no Twitter, Pedro Aguiar, se descrevia na rede social como Titoísta, (O titoísmo, conhecido internamente como socialismo autogestionário, foi a tendência do comunismo aplicada por Josip Broz Tito na Iugoslávia durante seu regime, entre 1945 e 1980.) enciclopedista e canhoto, liberal nos costumes e conservador na gramática. Além de professor de jornalismo na
UFF, doutor pela UERJ e mestre pela UFRJ. Antes foi professor de jornalismo na UEPG, professor substituto na UFF (2013-2015) e deu aulas como estágio em docência na ECO/UFRJ e na FCS/UERJ. Também criou  e ministrou um curso livre em Jornalismo Internacional Alternativo, na ONG Diálogos do Sul (Rio de Janeiro), em 2013, ligado ao Opera Mundi”. Opera Mundi, assim como Carta Capital, Brasil247 e Mídia Ninja é portal de propaganda ideológica marxista, disfarçado de jornalismo.

O que existe de novo e absurdo na declaração de um professor universitário brasileiro comunista? Absolutamente nada de novo, temos mais do mesmo, discurso de ódio e preconceito cristofóbico marxista contra os cristãos, principalmente os evangélicos. Os comunistas mudaram? Não, sãos os mesmo ontem, hoje e eternamente, as aparências podem ter mudado, porém o conteúdo é o mesmo. 

“A boca fala do que o coração esta cheio”, Mateus 12:34.

Lembrando que Mauro Iasi, professor da UFRJ, sindicalista, candidato do Partido Comunista
Brasileiro (PCdoB) a presidente do Brasil nas eleições de 2014 e, que foi militante do PT, defendeu a morte dos conservadores, ao citar um poema de Bertold Brecht: “Nós sabemos que você é nosso inimigo, mas considerando que você como afirma é uma boa pessoa, nós estamos dispostos a oferecer o seguinte: um bom paredão, onde vamos colocá-lo na frente de uma boa espingarda, com uma boa bala e vamos oferecer depois de uma boa pá, uma boa cova. Com a direita e o conservadorismo nenhum diálogo, luta.” 

Quem são os conservadores? 

Conservadores são os cristãos, para quem sabe ler um pingo é letra. Líderes são líderes, são formadores de opinião, e quando em um congresso de comunistas ele cita um “poema” que defende a morte de conservadores, e é aplaudido ele esta confessando seu real propósito, o comunista sempre vai procurar a morte do conservador e cristão. 

Imagina se um pastor evangélico falasse algo do tipo: “Comunistas tem que morrer...”

Em 2014 qual foi à reação da sociedade? Com três dias a imprensa abafou e o Ministério Público capacho do movimento de Esquerda nada fez, a PGR, Procuradoria Geral da Republica, nada fez. A Secretaria de Direitos Humanos ao Ministro da Justiça nada fizeram e, a Ordem dos Advogados do Brasil – A comunista OAB, também nada fez... Essa visão seletiva das coisas, com dois pesos e duas medidas, é uma das características mais notáveis de instituições aparelhadas pela esquerda. Quando não é do interesse deles trabalham a passos de tartaruga, quando é do interesse deles vão em velocidade supersônica.


A revolução cultural fez uma lavagem cerebral, as ovelhas estão indo para o matadouro, é mais difícil combater a caneta do professor universitário do que o AHK47 do guerrilheiro comunista. Hoje professores universitários defendem claramente o uso de violência para matar evangélicos... Bem em 2014 quando o comunista, Mauro Iasi, citou um poema para defender a morte de conservadores e foi aplaudido, o Brasil estava debaixo do auge do desgoverno marxista do Partido dos Trabalhadores, tendo a terrorista, Dilma Rousseff, como presidente, agora o contexto é diferente, espero que agora a Secretaria de Direitos Humanos e o Ministro da Justiça, tome as devidas providências contra esse discurso de ódio que é uma apologia ao crime de terrorismo.

Pr. Cláudio Godoy BH-MG
13/11/2019

sábado, 10 de agosto de 2019

Disciplina X Indisciplina: Como Vencer a Indisciplina em Sala de Aula

 “A coisa mais importante que um professor pode almejar é estimular os alunos a se aplicarem ao estudo. Alguns profissionais conseguem esse feito por meio de orientação e encorajamento, ao passo que outros se valem do medo e da intimidação. Eu poderia dizer que ambas as estratégias são formas de amor.” (MALI, 2013, p. 13)  

As notícias na Grande Mídia dão conta que diversos professores foram agredidos por alunos em sala de aula país afora. Também tomou conta do noticiário, o massacre da escola de Suzano, ocorrido em 13 de março de 2019, na Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano, no estado de São Paulo, causando uma comoção nacional na população. É uma angústia no ambiente escolar, professores apreensivos e ao mesmo tempo cientes de sua missão de ‘estimular os alunos a se aplicarem ao estudo’, sentimentos antagônicos, e nos olhares destes mestres um sonho de verem seus alunos trilhando o caminho do conhecimento, aplicando-se aos estudos. 

"As pessoas pós-modernas veem pouca vantagem em ler livros que não contribuem diretamente para sua carreira ou lhe deem prazer. Isto é um resultado lógico do ateísmo, que finalmente compreendeu que a mente humana não pode conhecer o que é verdadeiro e justo."  (MANGALWADI, 2012, p. 18) 

 Talvez, a maior dificuldade dos professores tem sido motivar os alunos a lerem, ou melhor, despertar neles o interesse pela leitura, eles não conseguem ver qualquer vantagem para se debruçarem sobre um livro, e viajarem numa leitura apaixonante. Raríssimas exceções, são alunos que tem um livro na mão.  Mesmo os projetos de leitura desenvolvidos pelas escolas com textos curtos, na maioria das vezes, não conseguem motivar e instilar neles o gosto pela leitura. 

Uma percepção, é que apesar dos hercúleos esforços para uma leitura em sala, invariavelmente termina em bate papo e muito barulho e pouca, mas pouquíssima leitura significativa. 

Parece que perdeu-se um elo na arte de ensinar, e o baixíssimo nível de interesse dos alunos em aprender, principalmente a língua portuguesa na norma culta. Há neles um desprezo pela gramática normativa, exatamente a que lhes permitiria interpretar textos e compreender o sentido dos termos empregados. Salienta-se ainda a dificuldade de leitura audível em classe, com um tropeço em várias palavras, dificuldades com a entonação ao lerem a pontuação. 

Como formar cidadãos autônomos e críticos nessa condição? Comenius em sua Didática Magna destaca que o professor terá que ‘investigar e descobrir o método’ para ensinar de uma forma significativa. E talvez o maior desafio será vencer a indisciplina na sala de aula, pois professores perdem quase metade do tempo tentando restabelecer o silêncio mínimo para que se possa explicar uma matéria. 

Será que a ‘proa e a popa da Didática’ empregada na sala de aula não furaram? Professores vão se naufragando neste mar revoltoso que se tornou a sala de aula. Uma sensação que se precisa de mudanças na pedagogia aplicada ao ensino brasileiro, sem disciplina não se pode receber e descobrir o conhecimento. 

“A proa e a popa da nossa Didática será investigar e descobrir o método segundo o qual os professores ensinem menos e os estudantes aprendam mais; nas escolas, haja menos barulho, menos enfado, menos trabalho inútil, e, ao contrário, haja mais recolhimento, mais atrativo e mais sólido progresso...” (COMENIUS, 2001, p. 3) 

 Segundo Rosa (2000), em seu livro, A Educação Segundo a Filosofia Perene, o papel do professor de acordo com São Tomás de Aquino, “...afirma que no ensino o professor não pode, por uma necessidade ontológica, ser a causa principal do conhecimento. Esta causa é a atividade do aluno; o papel do mestre não é o de infundir a ciência, mas o de auxiliar o discípulo." (Pág. 19) 

 A analogia feita por Tomás de Aquino entre o médico e o professor, mostrando o papel deste primeiro em relação ao doente, feita em sua Quaestiones Disputatae de Magistro, é citada por Rosa (2000) para explicar o grande desafio do professor, que ainda é o mesmo em nossos dias, despertar o interesse do estudante para o aprendizado. 

“Assim como o médico é dito causar a saúde no enfermo através das operações da natureza, assim também o mestre", diz Tomás de Aquino, “é dito causar a ciência no discípulo através da operação da razão natural do discípulo, e isto é ensinar. Se o mestre tentar seguir uma conduta diversa”, diz ainda Tomás, o resultado será que ele "não produzirá no discípulo a ciência, mas apenas a fé". (Pág. 20)



Citações:
COMENIUS, Iohannis Amos. Didática magna. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
MALI, Taylor. Um bom professor faz toda diferença. Rio de Janeiro: Sextante, 2013.
ROSA, Antônio Donato Paulo. Educação segundo a filosofia perene. Cristianismo.org.br, 2000.

Imagens de internet.

Damares e o assessor da Teologia da Missão Integral

Lembre-se da máxima revolucionária extraída das ideias de Maquiavel: “Converter-se no seu contrário quantas vezes for necessário!” D...