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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 2 - FINAL

O Manifesto do Verde-amarelismo ou Escola da Anta é uma declaração de amor ao Brasil, a liberdade de expressão e aos direitos humanos. Rotulado de nazifascista e racista pelos comunistas, que dominaram o cenário literário brasileiro, e assim, fizeram que a maioria não se interessassem pela leitura do manifesto, que traz uma crítica ácida ao marxismo  e a toda 'sistematização ideológica do pensamento'. 

Desafio-o a ler todas as partes e ir colocando nos comentários as partes nazistas, fascistas e racistas ou contrárias aos direitos humanos e a liberdade de pensamento e de expressão.

MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 2 - FINAL


A Nação é uma resultante de agentes históricos. O índio, o negro, o espadachim, o jesuíta, o tropeiro, o poeta, o fazendeiro, o político, o holandês, o português, o índio, o francês, os rios, as montanhas, a mineração, a pecuária, a agricultura, o sol, as léguas imensas, o Cruzeiro do Sul, o café, a literatura francesa, as políticas inglesa e americana, os oito milhões de quilômetros quadrados... 
Temos de aceitar todos esses fatores, ou destruir a Nacionalidade, pelo estabelecimento de distinções, pelo desmembramento nuclear da ideia que dela formamos. 

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Como aceitar todos esses fatores? Não concedendo predominância a nenhum. 

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A filosofia tupi tem de ser forçosamente a `não filosofia'. O movimento da Anta baseava-se nesse princípio. Tomava-se o índio como símbolo nacional, justamente porque ele significa a ausência de preconceito. Entre todas as raças que formaram o Brasil, a autóctone foi a única que desapareceu objetivamente. Em uma população de 34 milhões não contamos meio milhão de selvagens. Entretanto, é a única das raças que exerce subjetivamente sobre todas as outras a ação destruidora de traços caracterizantes; é a única que evita o florescimento de nacionalismos exóticos; é a raça transformadora das raças, e isso porque não declara guerra, porque não oferece a nenhuma das outras o elemento vitalizante da resistência. 
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Essa expressão de nacionalismo tupi, que foi descoberta com o movimento da Anta (do qual resultou um sectarismo exagerado e perigoso), é evidente em todos os lances da vida social e política brasileira. 

Não há entre nós preconceitos de raças. Quando foi o 13 de Maio, havia negros ocupando já altas posições no país. E antes, como depois disso, os filhos de estrangeiros de todas as procedências nunca viram os seus passos tolhidos. 

Também não conhecemos preconceitos religiosos. 0 nosso catolicismo é demasiadamente tolerante, e tão tolerante, que os próprios defensores extremados dele acusam a Igreja Brasileira de ser uma organização sem força combativa (v. Jackson Figueiredo ou Tristão de Athayde). 

Não há também no Brasil o preconceito político: o que nos importa é a administração, no que andamos acertadíssimos, pois só assim consultamos as realidades nacionais. Os teoristas da República foram os que menos influíram na organização prática do novo regime. No Império, o sistema parlamentar só se efetivou pela interferência do Poder Moderador. Dentro da República os que mais realizam são os que menos doutrinam. Ainda agora, nas plataformas dos nossos candidatos, não procuramos os traços de uma ideologia política, porém o que nos interessa é apenas a diretriz da administração. 

País sem preconceitos, podemos destruir as nossas bibliotecas, sem a menor consequência no metabolismo funcional dos órgãos vitais da Nação. Tudo isso, em razão do nacionalismo tupi, da não-filosofia, da ausência de sistematizações. 



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Somos um país de imigração e continuaremos a ser refúgio da humanidade por motivos geográficos e econômicos demasiadamente sabidos. Segundo os de Reclus, cabem no Brasil 300 milhões de habitantes. Na opinião bem fundamentada do sociólogo mexicano Vasconcelos, é de entre as bacias do Amazonas e do Prata que sairá a 'quinta raça', a `raça cósmica', que realizará a concórdia universal, porque será filha das dores e das esperanças de toda a humanidade. Temos de construir essa grande nação, integrando na Pátria Comum todas as nossas expressões históricas, étnicas, sociais, religiosas e políticas. Pela força centrípeta do elemento tupi. 

Mas, se o tupi se erigir em filosofia, criará antagonismos, provocará dissociação, será uma força centrifuga. E o Brasil falhará, pois precipitará acontecimentos. 

Toda e qualquer sistematização filosófica entre nós será tapuia (destinada a desaparecer assediada por outras tantas doutrinas) porque viverá a vida efêmera das formas ideológicas de antecipação, das fórmulas arbitrárias da inteligência, tendo necessidade de criar uma exegese específica, unilateral e sem a amplitude dos largos e desafogados pensamentos e sentimentos americanos e brasileiros. 

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Foi o índio que nos ensinou a rir de todos os sistemas e de todas as teorias. Criar um sistema em nome dele será substituir a nossa intuição americana e a nossa consciência de homens livres por uma mentalidade de análise e de generalização características dos povos já definidos e cristalizados. 
A continuação do caminho histórico tupi só se dará pela ausência de imposições temáticas, de imperativos ideológicos. O arbítrio mental não pode sobrepor-se às fatalidades cósmicas, étnicas, sociais ou religiosas. 

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O estudo do Brasil já não será o estudo do índio. Do mesmo modo que o estudo da humanidade, que produziu o budismo, o cristianismo, a Grécia, a Idade Média, o romantismo e a eletricidade, não será apenas a pesquisa freudiana do homem da pedra lascada. Se Freud nos dá um algarismo, a história da Civilização nos ofereceu uma equação em que esse algarismo entra tão-só como um dos muitíssimos fatores. 

Assim, também o índio é um termo constante na progressão étnica e social brasileira; mas um termo não é tudo. Ele já foi dominado, quando se agitou entre nós a bandeira nacionalista, - o denominador comum das raças adventícias. Colocá-lo como numerador seria diminuí-lo. Sobrepô-lo será fadá-lo ao desaparecimento. Porque ele ainda vive, subjetivamente, e viverá sempre como um elemento de harmonia entre todos os que, antes de desembarcar em Santos, atiraram ao mar, como o cadáver de Zaratustra, os preconceitos e filosofias de origem. 

Estávamos e estamos fartos da Europa ,e proclamamos sem cessar a liberdade de ação brasileira. 

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Há uma retórica feita de palavras, como há uma retórica feita de idéias. No fundo, são* ambas feitas de artifícios e esterilidades. Combatemos, desde 1921, a velha retórica verbal, não aceitamos uma nova retórica submetida a três ou quatro regras, de pensar e de sentir. Queremos ser o que somos: brasileiros. Barbaramente, com arestas, sem auto-experiências científicas, sem psicanálises e nem teoremas. 

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Convidamos a nossa geração a produzir sem discutir. Bem ou mal, mas produzir. Há sete anos que a literatura brasileira está em discussão. Procuremos escrever sem espírito preconcebido, não por mera experiência de estilos, ou para veicular teorias, sejam elas quais forem, mas com o único intuito de nos revelarmos, livres de todos os prejuízos. 

A vida, eis o que nos interessa, eis o que interessa à grande massa do povo brasileiro. Em sete anos a geração nova tem sido o público de si mesmo. O grosso da população ignora a sua existência e se ouve falar em movimento moderno é pelo prestígio de meia dúzia de nomes que se impuseram pela força pessoal de seus próprios talentos. 

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O grupo `verdamarelo', cuja regra é a liberdade plena de cada um ser brasileiro como quiser e puder; cuja condição é cada um interpretar o seu país e o seu povo através de si mesmo, da própria determinação instintiva; - o grupo `verdamarelo', à tirania das sistematizações ideológicas, responde com a sua alforria e a amplitude sem obstáculo de sua ação brasileira. Nosso nacionalismo é de afirmação, de colaboração coletiva, de igualdade dos povos e das raças, de liberdade do pensamento, de crença na predestinação do Brasil na humanidade, de fé em nosso valor de construção nacional. 
Aceitamos todas as instituições conservadoras, pois é dentro delas mesmo que faremos a inevitável renovação do Brasil, como o fez, através de quatro séculos, a alma da nossa gente, através de todas as expressões históricas. 

Nosso nacionalismo é 'verdamarelo' e tupi.


O objetivismo das instituições e o subjetivismo da gente sob a atuação dos fatores geográfico e histórico. 

Correio Paulistano, 17 de maio de 1929.

Guilherme de Almeida
Cassiano Ricardo 
Menotti Del Pichia
Plínio de Salgado

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Leia também MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 1:  https://bit.ly/2Z8NDs0


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MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 1


O Manifesto do Verde-amarelismo ou Escola da Anta é uma declaração de amor ao Brasil, a liberdade de expressão e aos direitos humanos. Rotulado de nazifascista e racista pelos comunistas, que dominaram o cenário literário brasileiro, e assim, fizeram que a maioria não se interessassem pela leitura do manifesto, que traz uma crítica ácida ao marxismo  e a toda 'sistematização ideológica do pensamento'. 

Desafio-o a ler todas as partes e ir colocando nos comentários as partes nazistas, fascistas e racistas ou contrárias aos direitos humanos e a liberdade de pensamento e de expressão.

MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 1 - Na íntegra:


A descida dos tupis do planalto continental no rumo do Atlântico foi uma fatalidade histórica pré-cabralina, que preparou .o ambiente para as entradas no sertão pelos aventureiros brancos desbravadores do oceano. 

A expulsão, feita pelo povo tapir, dos tapuias do litoral, significa bem, na história da América, a proclamação de direito das raças e a negação de todos os preconceitos. 
Embora viessem os guerreiros do Oeste, dizendo "ya so Pindorama koti, itamarana po anhatim, yara rama recé", na realidade não desceram com a sua Anta a fim de absorver a gente branca e se fixarem objetivamente na terra. Onde estão os rastros dos velhos conquistadores? 

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Os tupis desceram para serem absorvidos. Para se diluírem no sangue da gente nova. Para viver subjetivamente e transformar numa prodigiosa força a bondade do brasileiro e o seu grande sentimento de humanidade. 

Seu totem não é carnívoro: Anta. E' este um animal que abre caminhos, e aí parece estar indicada a predestinação da gente tupi. 

Toda a história desta raça corresponde (desde o reinol Martim Afonso, ao nacionalista `verdamarelo', José Bonifácio) a um lento desaparecer de formas objetivas e a um crescente aparecimento de forças subjetivas nacionais. .O tupi significa a ausência de preconceitos. O tapuia é o próprio preconceito em fuga para o sertão. O jesuíta pensou que havia conquistado o tupi, e o tupi é que havia conquistado para si a religião do jesuíta. O português julgou que o tupi deixaria de existir; e o português transformou-se, e ergueu-se com fisionomia de nação nova contra metrópole: porque o tupi venceu dentro da alma e do sangue do português. 


O tapuia isolou-se na selva, para viver; e foi morto pelos arcabuzes e pelas flechas inimigas. O tupi socializou-se sem temor da morte; e ficou eternizado no sangue da nossa raça. O tapuia é morto, o tupi é vivo. 

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O mameluco voltou-se contra o índio, para destruir a expressão formal, a exterioridade aborígine; porque o que há de interior no bugre subsistirá sempre na alma do mameluco e se perpetuará nos novos tipos de cruzamento. E a fisionomia própria da gente brasileira, não fichada em definições filosóficas ou políticas, mas revelada nas tendências gerais comuns. 

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Todas as formas do jacobinismo na América são tapuias. O nacionalismo sadio, de grande finalidade histórica, de predestinação humana, esse é forçosamente tupi. 
Jacobinismo quer dizer isolamento, portanto desagregação. 

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O nacionalismo tupi não é intelectual. E sentimental. E de ação prática, sem desvios da corrente histórica. Pode aceitar as formas de civilização, mas impõe a essência do sentimento, a fisionomia irradiadora da sua alma. Sente Tupã, Taniandaré ou Aricuta através mesmo do catolicismo. Tem horror instintivo pelas lutas religiosas, diante das quais sorri sinceramente: pra quê?

Deram-lhe uma casaca da Câmara dos Comuns, durante mais de meio século, e a República encontrou-o igualzinho ao que ele já era no tempo de D. João, ou no tempo de Tiradentes. 
Não combate nem religiões, nem filosofias, porque toda a sua força reside na sua capacidade sentimental. 

Não combate nem religiões, nem filosofias, porque toda a sua força reside na sua capacidade sentimental. 

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Continua MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 2 - FINAL:  https://bit.ly/303wk9a

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Precisamos discutir a Educação Pedagógica

"Uma revolução pedagógica baseada nos resultados da pesquisa psicopedagógica está em curso no mundo inteiro. Essa revolução pedagógica visa a impor uma ‘ética voltada para a criação de uma nova sociedade’ e a estabelecer uma sociedade intercultural. A nova ética não é outra coisa senão uma sofisticada reapresentação da utopia comunista. O estudo dos documentos em que tal ética está definida não deixa margem a qualquer dúvida: sob o manto da ética, e sustentada por uma retórica e por uma dialética frequentemente notáveis, encontra-se a ideologia comunista, da qual apenas a aparência e os modos de ação foram modificados. A partir de uma mudança de valores, de uma modificação das atitudes e dos comportamentos, bem como de uma manipulação da cultura, pretende-se levar a cabo a revolução psicológica e, ulteriormente, a revolução social."  (Pascal Bernardin)
É necessário fazer uma reflexão, sobre o que trouxe a escola numa descida ladeira abaixo, nos últimos 30 anos. A Escola Pública foi sucateada, mesmo tendo mais investimentos financeiros, os resultados obtidos foram muito inferiores na formação dos alunos. 

As perguntas norteadoras deveriam ser:

O que estamos fazendo que não está funcionando? 
Por quê mais de 78% dos alunos universitários são analfabetos funcionais? 
Por quê nossa pedagogia produz analfabetos funcionais em série? 
Quais alternativas temos para mudar de caminho e resgatar a "Educação Magna"? 

Como diz um ditado motivacional, "se continuarmos fazendo as mesmas coisas, não poderemos obter resultados diferentes. 

Somente quem tem humildade é capaz de reconhecer os erros e buscar mudanças. Porém os totalitários não reconhecem seus erros e não aceitam qualquer debate que não esteja alinhado com suas proposições. É fácil fugir ao debate, basta taxar de discurso de ódio qualquer questionamento que não se alinhe com a filosofia, ou melhor, pedagogia que defendemos.

Há na faculdade um discurso totalitário e único, que não aceitam o debate e insistem em manter as coisas do jeito que estão como se tivéssemos a melhor educação do mundo. 

Há uma uniformização do pensamento, e quem decide pensar por si mesmo é imediatamente silenciado pelos rótulos ou gritaria. Os educadores impõem o pensamento que devem dominar os círculos acadêmicos, assim eles nos dizem o que devemos pensar, do contrário eles exercerão um patrulhamento ideológico, perseguindo até calar as vozes dissonantes. 


Os escritores Modernistas Guilherme de Almeida, Menotti Del Pichia, Cassiano Ricardo e Plínio Salgado em 1929 no Manifesto do verde-amarelismo previram o fracasso da educação e da liberdade de pensamento. Eles se manifestaram contra toda “sistematização ideológica do pensamento", alegaram que já tinham sido 'alforriados', e não se curvariam a tutela ideológica. 

Por defenderam a liberdade de pensamento e que o brasileiro deveria ser o que quisesse, manifestando qualquer religiosidade ou não. Sofreram um assassinato de suas reputações, num patrulhamento ideológico que aniquilou qualquer menção aos seus trabalhos e livros. A ponto de mesmo os três primeiros serem organizadores da Semana de Arte Moderna, os livros didáticos não fazerem qualquer tipo de citações a eles. Ainda que Guilherme de Almeida e Menotti Del Pichia foram eleitos o quarto e quinto príncipes da poesia brasileira. E Almeida ser reconhecido mundialmente como papa da poesia Haicai, não são estudados pelos nossos alunos brasileiros. 

Outro detalhe, sobre o patrulhamento ideológico imposto a eles, é o fato de não terem suas obras disponíveis nos sites oficiais, como Domínio Público e Biblioteca do Senado. Até agora não conheci nenhum professor de Língua Portuguesa que tenha lido o Manifesto do Verde-amarelismo, um texto de amor ao Brasil e a liberdade de expressão e pensamento, mas terrivelmente contrário àquilo que chamaram de "sistematização ideológica do pensamento, e por isso mesmo descrito pelos livros didáticos do MEC como um manifesto fascista, nazista, racista e intolerante, o nome disso é assassinato de reputação.

"Ademais, o nível escolar continuará decaindo, o que aliás não surpreende, já que o papel da escola foi redefinido e que sua missão principal não consiste mais na formação intelectual, e sim na formação social das crianças; já que não se pretende fornecer a elas ferramentas para a autonomia intelectual, mas antes se lhes deseja impor, sub-repticiamente, valores, atitudes e comportamentos por meio de técnicas de manipulação psicológica. Com toda nitidez, vai-se desenhando uma ditadura psicopedagógica." (Pascal Bernardin,  em seu livro Maquiavel Pedagogo).

MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 1: https://bit.ly/2Z8NDs0

MANIFESTO DO VERDE-AMARELISMO OU DA ESCOLA DA ANTA - PARTE 2 - FINAL:   https://bit.ly/303wk9a


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Damares e o assessor da Teologia da Missão Integral

Lembre-se da máxima revolucionária extraída das ideias de Maquiavel: “Converter-se no seu contrário quantas vezes for necessário!” D...