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terça-feira, 25 de junho de 2019

“Princípios comunistas são doutrinas de demônios disfarçadas de esperança”, alerta pastor

Repúblico matéria do Portal gospel Guiame, sobre artigo, em que pastor afirma que marxismo são doutrinas de demônios.

Concordo com ele, quem segue o progressismo está seguindo ensinamentos demoníacos, e faço minhas as palavras do apóstolo Paulo, em Filipenses 3:18-19:

"Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas."

“Princípios comunistas são doutrinas de demônios disfarçadas de esperança”, alerta pastor


O reverendo Mark H. Creech, que serviu como pastor por 20 anos nos Estados Unidos, escreveu um artigo para o site Christian Post onde ele afirma que os “princípios comunistas são doutrinas de demônios disfarçados de esperança”. Sua iniciativa em falar do assunto se deu bem próximo do aniversário de Karl Marx, que se deu no dia 5 de maio, comemorado por seus seguidores, os Marxistas.

Mark H. Creech diz que o comunismo foi responsável pela morte e empobrecimento de milhões ao longo da história. (Foto: Reprodução).


“Enquanto a maioria de vocês leem este artigo, o Workers World Party (grupo socialista criado em 1959, nos EUA) celebrou o aniversário de Karl Marx em vários lugares do país. Marx foi o pai do socialismo e do comunismo”, esclarece.

“Em Ezequiel, capítulo 28, a Bíblia relata a profecia de Ezequiel contra o perverso rei de Tiro. Mas a maioria dos estudiosos concorda que a mensagem de Ezequiel é mais do que o rei. É sobre o maligno por trás das atividades do rei, Satanás. Princípios socialistas e comunistas são as doutrinas de demônios disfarçados de esperança e ajuda ao proletariado - o povo marginalizado ou da classe trabalhadora”, explica.

“É um sistema maligno a ser temido, profundamente enraizado no engano, prometendo um ‘governo do povo’, mas entregando o despotismo. Foi responsável pela morte e empobrecimento de milhões ao longo do curso da história”, salientou o reverendo.

“Um artigo recente do World Net Daily observou que existe um lugar na América, no entanto, que, apesar da natureza desprezível do comunismo, ‘goza de uma popularidade desenfreada’. É um lugar onde o livro de Marx, ‘O Manifesto Comunista’, é o livro mais popular hoje em dia. Onde? Você pergunta. A resposta: nas universidades americanas", coloca.

Mark afirma que não é apenas Marx que se pode encontrar nos ambientes acadêmicos. “Você também encontrará seus seguidores. Décadas atrás, o News and World Report dos EUA relatou que havia 10 mil professores marxistas. Alarmado? Nós deveríamos estar. Estamos vendo um ataque sem precedentes à liberdade de expressão. O ateísmo e o humanismo prosperam enquanto o cristianismo é depreciado e desprezado entre as elites intelectuais”, ressalta.

Igrejas progressistas

Mark afirma que existem igrejas que foram contaminadas com a ideologia Marxista. “Falando do cristianismo, embora muitas igrejas cristãs progressistas frequentemente aplaudam e elogiem os princípios socialistas (há apenas uma pequena diferença entre o socialismo e o comunismo), a igreja tem tradicionalmente e corretamente condenado este sistema de pensamento”, comenta.

“As igrejas progressistas estão repletas de influências socialistas e comunistas. Elas vêem Jesus como um revolucionário e não como alguém que lida com o pecado da maneira tradicional, mas de uma maneira material”, esclareceu.

O autor

O Rev. Mark H. Creech é diretor executivo da Liga Cristã de Ação da Carolina do Norte. Foi pastor por 20 anos antes de assumir essa posição, tendo servido a cinco diferentes igrejas Batistas do Sul na Carolina do Norte e a uma Batista Independente em Nova York.

Ele é colunista do Christian Post e orador. Serviu como comentarista de rádio para os cristãos em ação, um programa diário com comentários sobre questões sociais de uma cosmovisão cristã.




sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O Vergonhoso Evangelho Social

  No Brasil, a versão gospel do Evangelho Social, recebeu o pomposo nome de Teologia da Missão Integral!
Essa teologia é a maior ameaça hoje ao Evangelho de Cristo, citado pelo apóstolo Paulo em Romanos 1.16 :

"Porque não me envergonho do evangelho de Cristo,
pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele
que crê; primeiro do judeu, e também do grego." 

Público abaixo o texto de alerta sobre o Evangelho Social, publicado no site www.chamada.com.br


O Vergonhoso Evangelho Social

 Por T. A. McMahon

Por várias razões, cristãos de diferentes tendências têm feito modificações no “Evangelho de Cristo”, como se este precisasse de ajustes. A maioria deles vai dizer que não se trata de alterações significativas, mas apenas de ínfimas pinceladas aqui e ali. Essas mudanças normalmente começam com alguém declarando que não existe modificação alguma envolvida e que está ocorrendo simplesmente um ajuste na ênfase. Contudo, não importa qual seja a argumentação, o que acontece realmente é que eles “se envergonham do Evangelho de Cristo”.

Envergonhar-se do Evangelho expressa-se por meio de uma série de atitudes diferentes, desde ficar embaraçado com ele até supor que alguém possa melhorá-lo um pouco para torná-lo mais aceitável. Um exemplo desse embaraço foi a recente declaração de um autor ligado à Igreja Emergente, que afirmou: o ensino de que Cristo pagou a pena total pelos pecados da humanidade através de Sua morte na cruz do Calvário em nosso lugar é irrelevante e “uma forma cósmica de abuso infantil”.

Exemplos mais sutis incluem tentativas de fazer o Evangelho parecer menos exclusivista, “abrandando” as conseqüências do pecado, como a ira de Deus e o lago de fogo, das quais o Evangelho de Jesus nos livra.

Prevalece entre muitos líderes religiosos, que professam ser cristãos evangélicos (ou seja, cristãos crentes na Bíblia), a promoção de um evangelho mais aceitável, que possa até mesmo ser admirado pelas pessoas do mundo inteiro. Hoje em dia, a forma mais popular desse tipo de evangelho é conhecida como “evangelho social”.

Embora esse evangelho social seja comum entre os muitos novos movimentos evangélicos, ele não é novidade para a cristandade. Seu princípio moderno deu-se nos idos de 1800, quando pretendeu-se tratar das várias condições da sociedade que seriam causadoras do sofrimento da população. A crença era de que o Cristianismo atrairia seguidores quando demonstrasse o seu amor pela humanidade. Isso poderia ser mais bem realizado aliviando os sofrimentos causados pela pobreza, pelas enfermidades, pelas condições opressoras de trabalho, pelas injustiças sociais, pelos abusos dos direitos civis, etc.

George W. Bush instituiu um departamento do
governo que 
destina fundos às igrejas, sinagogas,
mesquitas e outros 
ministérios religiosos que
estiverem oferecendo serviços
 sociais junto
às suas comunidades.

Os que apoiavam esse movimento também acreditavam que o alívio das condições miseráveis em que as pessoas viviam poderia melhorar a natureza moral dos que sofriam essas carências.

Outra força motivadora por trás do evangelho social foi a visão sobre os tempos finais (Escatologia) dos envolvidos nessa corrente de pensamento. Quase todos eles eram amilenistas e pós-milenistas. Os primeiros acreditavam estar vivendo em um Milênio simbólico, período em que Cristo estaria governando a partir do céu, Satanás estaria preso e eles seriam os obreiros escolhidos por Deus para estabelecer o reino milenar na terra. Os pós-milenistas também acreditavam já estar no Milênio, e seu objetivo era restaurar a Terra a um estado semelhante ao Éden, para que Cristo pudesse voltar do céu a fim de implantar aqui o Seu reino terreno.

O evangelho social, em todas as suas variadas aplicações, ajudou a produzir algumas realizações (leis contra o trabalho infantil e a favor do sufrágio feminino), que contribuíram para o bem-estar social. Ele tornou-se a mensagem central dos teólogos católicos adeptos da Teologia da Libertação e das principais denominações protestantes durante o século 20. Embora sua popularidade tenha crescido e diminuído alternadamente, muitas vezes foi energizada pela combinação entre religião e políticas libertárias, por exemplo, de Martin Luther King Jr. e do movimento dos direitos civis. A médio prazo, através do século passado, o evangelho social influenciou movimentos como a Teologia da Libertação católica e o socialismo da ala esquerdista dos cristãos evangélicos. Contudo, foi no século atual que o evangelho social conseguiu sua promoção mais acentuada. Dois homens, ambos professando ser evangélicos, têm liderado esse caminho.

George W. Bush começou sua presidência instituindo o White House Office of Faith-Based & Company Initiatives (departamento da Casa Branca encarregado de lidar com iniciativas sociais religiosas e empresariais). Seu objetivo foi prover fundos governamentais às igrejas, sinagogas, mesquitas e outros ministérios religiosos que estivessem oferecendo serviços sociais junto às suas comunidades. Bush acreditava que os programas desenvolvidos pelo “povo de fé” poderiam ser pelo menos tão efetivos no auxílio aos necessitados como os das organizações seculares, e talvez até mais do que elas, por seu compromisso moral de “amar e ajudar o próximo”. Quando se preparava para deixar o cargo, ele declarou que considera o seu programa “Faith-Based” como uma das mais relevantes realizações do seu tempo como presidente. Barack Obama, o novo presidente eleito, declarou que pretende dar prosseguimento ao programa “Faith-Based” com suas iniciativas comunitárias.

Rick Warren, autor dos livros recordistas em vendas “Uma Igreja Com Propósito” e “Uma Vida Com Propósito” alçou o evangelho social a um patamar jamais alcançado: ele não apenas está tendo alcance mundial, mas fazendo parte do pensamento e do planejamento dos líderes mundiais. Warren credita a Peter Drucker, o gênio em gerenciamento de negócios, o conceito básico do que ele está executando. Drucker acreditava que os problemas sociais como a pobreza, a doença, a fome e a ignorância estariam além da capacidade de resolução dos governos e das corporações multinacionais. Para Drucker, a solução mais viável seria encontrada no setor sem fins lucrativos da sociedade, especialmente nas igrejas, com as suas hostes de voluntários dedicados ao alívio dos males sociais dos carentes de suas comunidades.

Warren, ao reconhecer por vinte anos o falecido Drucker como seu mentor, certamente aprendeu suas lições. Seus dois livros “Com Propósito”, traduzidos em 57 idiomas e com mais de 30 milhões de cópias vendidas, revelam as regras do jogo que Drucker havia visualizado. Warren fez com que as igrejas locais colocassem em prática a visão dos seus livros através dos programas comunitários enormemente popularizados como “40 Dias com Propósito”. Até o presente, 500 mil igrejas em 162 nações tornaram-se parte dessa rede mundial. Elas formam a base do seu plano global chamado P.E.A.C.E. (“Paz”, em inglês).

Mas o que é o Plano P.E.A.C.E? Warren apresenta seu plano à igreja no site www.thepeaceplan.com. No vídeo ele identifica os “gigantes” que assolam a humanidade, como sendo vazio espiritual, liderança autocentrada, pobreza, doença e analfabetismo, que ele pretende erradicar pelo P.E.A.C.E: “P”: plantação de igrejas; “E”: equipamento de líderes; “A”: assistência aos pobres; “C”: cuidado dos enfermos; “E”: educando a próxima geração.

Warren usa a ilustração de um tripé para descrever a melhor maneira de liquidar esses gigantes. Duas das pernas seriam governo e negócios, até hoje ineficazes, do mesmo modo como um tripé de dois pés não pode se manter de pé. A terceira perna, muito necessária, é a igreja:

Existem milhares de vilas no mundo sem escolas, sem clínicas, sem comércio e sem governo – mas sempre têm uma igreja. O que aconteceria se mobilizássemos as igrejas para atacar esses cinco gigantes globais?

Já que existem 2,3 bilhões de cristãos no mundo inteiro, Warren chega à conclusão de que eles poderiam formar o que Bush chamou de enorme “exército da compaixão” do “povo de fé”, como até hoje nunca se viu no mundo.

Warren expandiu sua “visão cristã” para uma visão inclusivista do Plano P.E.A.C.E., que tem atraído o apoio e o louvor dos líderes políticos e religiosos e das celebridades do mundo todo. No Fórum Econômico Mundial de 2008 [em Davos, na Suíça], Warren declarou: “O futuro do mundo não é o secularismo, mas o pluralismo religioso...” Referindo-se aos males que atacam o mundo, ele afirmou:

Não podemos resolver esses problemas sem envolver as pessoas de fé e suas instituições religiosas. De outra forma não será possível. Neste planeta existem aproximadamente 20 milhões de judeus, 600 milhões de budistas, 800 milhões de hindus, mais de um bilhão de muçulmanos e 2,3 bilhões de cristãos. Se excluirmos o povo de fé da equação, estaremos excluindo 5/6 da população mundial. E se deixarmos apenas nas mãos dos seculares a solução desses problemas, ela não será realizada”.

Warren expandiu sua “visão cristã” para uma 
visão inclusivista do Plano P.E.A.C.E., 
que tem atraído o apoio e o louvor dos
líderes 
políticos e religiosos e das
celebridades do mundo todo.

A fim de acomodar a cooperação com pessoas de todas as crenças, Warren substituiu o “P” do seu P.E.A.C.E. (plantar igrejas evangélicas) para o “P” de “promover reconciliação”. O “E” de “equipamento de líderes” (de igrejas) para “equipamento de líderes éticos”. Warren reconhece sua virada para o pluralismo:

Quem é o homem de paz em qualquer vila... ou, quem sabe, a mulher de paz... que goza do maior prestígio entre os seus?... Não precisam ser cristãos. Na prática, poderiam até ser muçulmanos, mas que estejam abertos e tenham influência, para se trabalhar com eles para atacar os cinco gigantes (aos quais ele adicionou o aquecimento global).

Ele cita um líder secular que aprova o que ele está fazendo.: “Eu entendo, Rick. Locais de culto são os centros de distribuição de tudo o que temos a fazer”.

Warren agora é membro do Conselho da Faith Foundation [Fundação de Fé], criada pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, recentemente convertido ao catolicismo romano. O alvo dessa instituição é fomentar a cooperação e o entendimento entre as seis maiores religiões: cristã, muçulmana, hindu, budista, sikh e judaica. Mas onde fica a cruz nesse ajuntamento ecumênico? Ora, ela não fica! Decisiva para a realização desse alvo ecumênico é a eliminação do problema das religiões exclusivistas, uma preocupação articulada com muita clareza por um dos painelistas no Fórum Econômico Mundial:

Existem alguns líderes religiosos de diferentes crenças que, para reforçar sua própria fé e legitimá-la... negam legitimidade e autenticidade às outras pessoas e suas crenças. Não creio que possamos continuar agindo assim sem... trazer à tona o tipo de ódio para o qual todos nós estamos tentando encontrar uma solução. Acho que a nós cabe pressionar os líderes espirituais, seja qual for sua fé. Insistimos em fortalecer aquilo que é belo em nossas tradições, enquanto nos negamos a denegrir outras tradições de fé sugerindo que elas sejam erradas ou predestinadas a ter um fim infeliz”.

A Bíblia explica que todas as religiões do
 mundo são “ilegítimas” e não simplesmente

 “predestinadas” a ter um “fim infeliz” –
 elas terão um fim “justo”.

A Bíblia explica que todas as religiões do mundo são “ilegítimas” [“falsas”] e não simplesmente “predestinadas” a ter um “fim infeliz” – elas terão um fim “justo”. Somente a fé no Evangelho bíblico salva a humanidade. Lemos em Atos 4.12 e João 3.16: “E não há salvação em nenhum outro, porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”... “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

A história do evangelho social é, em quase cada caso, uma tentativa sincera de cristãos buscando fazer o que eles supõem que honrará a Deus e beneficiará a humanidade. Em cada caso, porém, a prática de “benefícios à humanidade” tem comprometido a fé bíblica e desonrado a Deus. Por que isso é assim? Porque Deus não deu à Igreja a tarefa de resolver os problemas do mundo. Os que tentam fazê-lo começam pela premissa falsa, como já diz Provérbios 14.12: “Há caminho que ao homem parece direito”, mas não é o caminho de Deus. Para onde leva esse caminho? “...mas ao cabo dá em caminhos de morte”, ou seja, à destruição. Além do mais, os problemas do mundo são apenas sintomas. A causa real é o pecado.

Qual a porcentagem do “povo de fé” (que engloba todas as religiões, que seriam 5/6 da população mundial) que entende e aceita o Evangelho – a única solução para o mal chamado pecado? Ou quantos dos 2,3 bilhões de “cristãos”, no mundo inteiro, crêem realmente no Evangelho bíblico? Os números caem exponencialmente. “Sim, mas... eles formam uma força maciça de voluntários e centros de distribuição muito além dos nossos recursos, aptos a liquidar os gigantes do mundo sofredor!” Mas, que aproveita se esses bilhões de “pessoas de fé” puderem aliviar alguns dos sofrimentos do mundo mas perderem justamente suas almas?

O evangelho social é uma doença mortal para o “povo de fé”. Ele reforça a idéia de que a salvação pode ser obtida pela prática de boas obras, colocando de lado as diferenças em favor de um bem comum, tratando os outros como gostaríamos de ser tratados, agindo de forma moral, ética e sacrificial – e que, agindo assim, as pessoas vão se tornar agradáveis a Deus. Não! Esses são esforços auto-enganosos, que desprezam a salvação de Deus, negando o Seu padrão perfeito e rejeitando Sua perfeita justiça. A salvação não acontece por meio de obras, para que ninguém se glorie. Na realidade, ela se processa assim: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8-9). Jesus anunciava que Ele era a única esperança, para a humanidade condenada, reconciliando-a com Deus. Ele declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Não existe outro caminho, porque a perfeita justiça de Deus exige que a pena do pecado seja paga individualmente, pois “todos pecaram” (Rm 3.23). Somente o Homem-Deus perfeito e sem mácula tinha condições de pagar totalmente essa penalidade infinita, e o fez morrendo na cruz. Somente a fé em Jesus reconcilia o homem com Deus.

O vergonhoso evangelho social de hoje não apenas promove “outro evangelho” como ajuda a preparar um reino completamente contrário às Escrituras. Pois “...a nossa cidade está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp 3.20). Ele voltará do céu (Jo 14.3) para arrebatar os que nEle crêem (Sua Noiva), ou seja, para elevá-los às nuvens e levá-los para o céu (1 Ts 4.17). O reino que ficar na Terra será o reino do Anticristo.

O que realmente importa ao coração de Deus 
é que “todos se arrependam” e creiam no Evangelho.

Em concordância com seus princípios amilenistas/pós-milenistas, os esforços do evangelho social são tentativas terrenas de restaurar aqui o reino de Deus. Eugene Peterson infiltrou essa heresia em sua Bíblia “The Message”:

Deus não teve todo esse trabalho de enviar o Seu Filho simplesmente para apontar o seu dedo acusador, dizendo como o mundo era mau. Ele veio ajudar a colocar o mundo novamente em ordem (uma perversão de João 3.17).

Rod Bell, em seu livro “Velvet Elvis”, reflete a escatologia da “terra restaurada” de quase todos os líderes da Igreja Emergente:

Salvação é quando todo o universo é trazido à harmonia com o seu Criador. Isso tem conseqüências enormes na forma com que as pessoas apresentam a mensagem de Jesus. Sim, Jesus pode vir a nossos corações. Mas podemos nos juntar a um movimento que é tão amplo como o próprio universo. Rochas, árvores, pássaros, pântanos e ecossistemas. O desejo de Deus é restaurar tudo isso... O objetivo não é fugir deste mundo, mas transformá-lo no tipo do lugar para onde Deus possa vir. E Deus está nos transformando na espécie de gente que pode realizar esse tipo de obra.

Para Brian McLaren, líder da Igreja Emergente, essa é a futura maneira de ser dos cristãos. Numa entrevista ao ChristianPost.com de 28/7/2008 ele declarou:

Acho que no futuro também teremos de nos unir de forma humilde e tolerante a pessoas de outras crenças – muçulmanos, hindus, budistas, judeus, secularistas e outros – na busca pela paz, na preservação do meio-ambiente e na justiça para todos, as coisas que são importantes ao coração de Deus.

Não! O que realmente importa ao coração de Deus é que “todos se arrependam” e creiam no Evangelho.

Qualquer pessoa que deposita sua esperança nesse evangelho social, que usa “pessoas de fé” para “fazer deste mundo um lugar para onde Deus possa vir”, deve dar atenção às palavras de Jesus em Lucas 18.8b: “Contudo, quando vier o Filho do homem, achará, porventura, fé na terra?” Certamente Ele vai encontrar pessoas de todas as crenças, mas não a fé verdadeira, aquela fé pela qual Judas nos exorta a batalhar diligentemente (Jd 3). Que o Senhor nos ajude a todos para que jamais nos envergonhemos do Seu Evangelho! (T. A. McMahon - The Berean Call - Chamada.com.br)

Extraído: http://www.chamada.com.br/mensagens/evangelho_social.html

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Predição de Ronald Reagan se cumprindo!


Bill Federer
Ronald Reagan nasceu em 6 de fevereiro de 1911.
Formado na Faculdade Eureka, em Illinois, 1932, ele trabalhou como salva-vidas e então fez anúncios para estações de rádio em Iowa.
Ele se tornou locutor esportivo para os jogos de beisebol do time Chicago Cubs e viajou com esse time. Enquanto estava no Chicago Cubs na Califórnia, Ronald Reagan fez um teste na empresa cinematográfica Warner Brothers, pegando um contrato de filmes de segunda categoria.
Ele foi capitão da aeronáutica do Exército dos EUA durante da 2ª Guerra Mundial.
Durante sua carreira como ator, ele apareceu em mais de 50 filmes.
Ele casou com Jane Wyman e seus filhos foram Maureen, Christine (morreu com um dia) e Michael (adotado).
Ronald Reagan foi eleito presidente do Screen Actors Guild (Sindicato de Atores Cinematográficos), saiu do Partido Democrático e foi para o Partido Republicano e acabou se tornando governador da Califórnia.
Seu segundo casamento, com Nancy Davis, 1952, lhes deu Patti e Ron como filhos.
Aos 69 anos de idade, ele era a pessoa mais velha eleita presidente dos EUA, e 69 dias depois de sua posse, ele sobreviveu a uma tentativa de assassinato.
Ronald Reagan declarou na Universidade St. John’s em Nova Iorque, 28 de março de 1985: “O governo que é grande o suficiente para dar para você tudo o que você quer provavelmente tirará tudo o que você conseguiu.”
Ronald Reagan comentou para o Conselho de Herança, em Warren, Michigan, 10 de outubro de 1984: “Henry David Thoreau estava certo: ‘Que o melhor governo é o governo mínimo.’”
Em seu discurso de 1964, “Um Tempo para Escolher,” Ronald Reagan declarou: “Proponho que não existe nenhuma esquerda ou direita, só subida ou descida. Subida para o máximo de liberdade individual em conformidade com a lei e a ordem, ou descida para o velho entulho do totalitarismo; e independente de seu propósito humanitário, os que querem sacrificar a liberdade pela segurança escolheram, quer saibam ou não, esse caminho de descida.”
Ronald Reagan declarou em Beijing, China, 27 de abril de 1984: “Vi a ascensão do fascismo e comunismo. Ambas filosofias glorificam o poder arbitrário do Estado… Mas ambas teorias fracassam. Ambas negam as liberdades que Deus deu, as quais são o direito inalienável de cada pessoa neste planeta. Aliás, elas negam a existência de Deus.”
Em 20 de março de 1981, no almoço da Conferência de Ação Política Conservadora, no Hotel Mayflower, em Washington, D.C., Ronald Reagan declarou: “O mal é impotente se os bons não têm medo. É por isso que a visão marxista acerca do homem sem Deus acaba inevitavelmente sendo vista como uma fé vazia e falsa — a segunda mais antiga do mundo — proclamada pela primeira vez no Jardim do Éden com as palavras sussurradas ‘Sereis como deuses.’ A crise do mundo ocidental… existe na medida em que o mundo ocidental é indiferente para Deus.”
Em 17 de maio de 1982, num projeto de lei de emenda constitucional sobre oração nas escolas, o presidente Ronald Reagan declarou: “A fonte e dependência de nossa liberdade está numa fé permanente em Deus.”
Ronald Reagan proclamou: “Agora, pois, eu, Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos da América, em reconhecimento das contribuições e influência da Bíblia em nossa República e nosso povo, proclamo 1983 o ‘Ano da Bíblia’ nos Estados Unidos. Encorajo todos os cidadãos, cada um de seu próprio jeito, a reexaminar e redescobrir sua mensagem inestimável e eterna.”
Ronald Reagan escreveu em seu artigo “Aborto e a Consciência da Nação,” The Human Life Review, 1983: “Lincoln reconheceu que não poderíamos sobreviver como uma terra livre quando alguns homens podiam decidir que outros não eram dignos de ser livres e deviam ser escravos… Da mesma forma, não podemos sobreviver como uma nação livre quando alguns homens decidem que outros não são dignos de viver e devem ser abandonados ao aborto.”
Na Série de Palestras Alfred M. Landon, 1982, Ronald Reagan declarou: “Não dá para termos duas coisas ao mesmo tempo. Não dá para esperarmos que Deus nos proteja numa crise e ao mesmo tempo deixá-Lo lá na prateleira de nossa vida do dia-a-dia. Fico pensando se Ele às vezes não está esperando que despertemos. Talvez Ele esteja com Sua paciência se esgotando.”
No Estádio Reunion em Dallas, 1984, Ronald Reagan declarou: “Sem Deus não existe virtude porque não há nenhum despertamento da consciência… Sem Deus as pessoas da sociedade ficam grosseiras; sem Deus a democracia não durará e não condições de durar… Os EUA precisam de Deus mais do que Deus precisa dos EUA. Se um dia nos esquecermos de que somos Uma Nação Sob Deus, então sucumbiremos como nação.”
Em 1961, Ronald Reagan declarou: “Um dos métodos tradicionais de impor o estatismo ou o socialismo num povo é por meio da medicina. É muito fácil disfarçar um sistema médico como projeto humanitário… James Madison em 1788… disse… ‘Há mais exemplos da redução da liberdade das pessoas por meio da intromissão gradual e silenciosa feita pelos que estão no poder do que por usurpações violentas e súbitas.’ … O que podemos fazer sobre isso? … Podemos escrever aos nossos deputados e nossos senadores… dizendo-lhes que não queremos mais nenhuma intromissão nessas liberdades individuais… Não queremos um sistema médico público… Se você não se opor, esse tipo de sistema médico vai ser aprovado… e por trás dele virão outros sistemas do governo que invadirão todas as áreas de liberdade conforme conhecemos… até que um dia… despertaremos para ver que estamos no socialismo. E… você e eu vamos passar nossos últimos anos na terra contando para nossos filhos e netos como era ter liberdade nos velhos tempos nos EUA.”
Traduzido por Julio Severo do artigo do WorldNetDaily: Ronald Reagan prediction coming true
Extraído do Blog do Julio Severo! 

Damares e o assessor da Teologia da Missão Integral

Lembre-se da máxima revolucionária extraída das ideias de Maquiavel: “Converter-se no seu contrário quantas vezes for necessário!” D...