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quarta-feira, 26 de junho de 2019

UM GRUPO DE 271 JUÍZES FEDERAIS ASSINAM MOÇÃO DE APOIO A SÉRGIO MORO

Um grupo de 271 juízes federais elaborou uma moção de apoio ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, após a tentativa de se criar um escândalo com a divulgação de supostas mensagens entre ele e procuradores. As mensagens teriam sido obtidas através da ação criminosa de hackers e não foram submetidas às autoridades.

Sergio Moro durante ida ao Senado na quarta-feira.    Foto: EVARISTO SA / AFP
Leiam o texto de apoio dos juízes ao ministro Sérgio Moro:

MOÇÃO DE APOIO DOS JUÍZES FEDERAIS A SÉRGIO MORO


Os juízes federais signatários do presente documento vem perante o Presidente da AJUFE – Associação dos Juízes Federais do Brasil expressar a presente Moção de Apoio ao ex juiz federal Sérgio Fernando Moro, atualmente Ministro da Justiça e Segurança Pública da República Federativa do Brasil.

Especificamente sobre as mensagens criminosamente obtidas atribuídas ao ex-juiz Sergio Fernando Moro e Procuradores da República integrantes da Força-Tarefa da Lava-Jato, entendemos que seu conteúdo até agora divulgado, ainda que seja autêntico e não tenha sido editado, não ofende o princípio da imparcialidade que rege a conduta de um magistrado. Todas as mensagens, ainda que recortadas para ampliar o sensacionalismo, revelam a preocupação do magistrado com os procedimentos, sem qualquer relação, por menor que seja, com o mérito de cada denúncia. Revelam ainda o diálogo interinstitucional republicano rotineiro em todos os fóruns do país, em relação ao qual magistrados, membros do Ministério Público, das Forças Policiais e membros da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB estabelecem comunicação, muitas vezes verbal, mas também por aplicativos, de forma a resolver dúvidas, esclarecer procedimentos e impedir procrastinação e nulidades. O magistrado, como centro decisório, desse complexo sistema, não se encontra impedido de dialogar com os demais atores envolvidos sobre questões não relacionadas ao mérito da ação.

Acreditamos que, enquanto juiz, Sérgio Fernando Moro jamais se desviou dos deveres exigidos de um magistrado sério, alinhado com os princípios éticos, comprometido com a busca da verdade e aplicação da Justiça, com o império da lei, com imparcialidade, atuando no maior caso de corrupção conhecido no mundo, com imensa dedicação, sacrifício e se sujeitando a riscos pessoais e familiares de toda ordem.

No cumprimento de seus deveres, sempre com imparcialidade, julgou, condenou e também absolveu centenas de pessoas. Todas as suas decisões, sempre pautadas pela análise rigorosa da provas constantes nos autos, foram escrutinadas em várias instâncias recursais, através de centenas de recursos do próprio Ministério Público e dos advogados de defesa. Não admitimos que a excelência desse hercúleo trabalho, verdadeiro ponto de inflexão no combate à corrupção e crimes cometidos por poderosos, seja aviltada por mensagens inócuas e criminosamente obtidas.

Por todos esses motivos, os juízes federais abaixo nominados assinam a presente Moção de Apoio e se colocam contrariamente a qualquer tentativa de se tisnar de mácula ética a conduta do ex-juiz federal Sérgio Fernando Moro, assim como retirá-lo dos quadros associativos da AJUFE (art. 11 do Estatuto).


Fonte Folha Política no Youtube: Notícia extraída do link: https://youtu.be/uzuzcIdQ1D4

Imagem retirada do site de notícias O Tempo: https://www.otempo.com.br/pol%C3%ADtica/sergio-moro-%C3%A9-patrim%C3%B4nio-nacional-reafirma-presidente-jair-bolsonaro-1.2199282

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Os Bancos e os Juros, Agiotagem oficial

A repórter Salete Lemos comenta os ganhos dos bancos no Brasil inclusive os oficiais. Na verdade é uma constatação que a agiotagem no Brasil é praticada pelos bancos, oficializada pelo BC. (Confira vídeo abaixo)



Matéria publicada pelo Globo.com, cita o Presidente Lula, que reclamou das altas taxas de juros.

“A primeira vez em que ganhei um cheque especial eu achei que eu era gente fina. Eu achei que estava sendo tratado com uma certa deferência porque me deram cheque especial. No primeiro mês em que não pude pagar o que eu comprei na data correta, eu percebi que não era cliente preferencial coisa nenhuma. Eu estava sendo quase que assaltado pela quantidade de juros que se pagava”- disse o presidente.

O Presidente só reclamou, mas até agora, nenhuma medida foi adotada para acabar com essa vergonha. A justiça seria talvez, “se é que ela existe no Brasil”, como afirma Salete Lemos, uma tentativa de exigir o cumprimento da Constituição pelos Bancos, que cobrem os juros de 12% ano, e não ao mês como fazem os banqueiros.

Damares e o assessor da Teologia da Missão Integral

Lembre-se da máxima revolucionária extraída das ideias de Maquiavel: “Converter-se no seu contrário quantas vezes for necessário!” D...