segunda-feira, 30 de março de 2009

Reforma Ortográfica, Algumas Dicas Úteis


E agora, como escrever corretamente? Estamos diante de mudanças que parecem simples, mas podem trazer confusão. É preciso estar atento, pois até os dicionários "Houaiss" (ed. Objetiva) e "Aurélio" (ed. Positivo) discordam em algumas palavras, nas suas versões de bolso lançadas em 2008. Como por exemplo, o "pára-raios" de hoje, virou "para-raios" no primeiro e "pararraios" no segundo. Ainda tem outras diferenças, não param por aí. Em sua versão mini o "Houaiss" grafa "sub-reptício" e "para-lama". Já o novo "Aurélio" traz "subreptício" e "paralama".

Uma dica, para quem como eu, ainda não compreendeu bem esta reforma ortográfica, e tem muitas dúvidas, são os sites que fazem a conversão para as novas regras. Chamados de "conversor ortográfico", podem ser acessados para facilitar ainda mais as nossas vidas.

Um deles é o "Ramon Page", criado pelo carioca Ramon Bispo, formado em Sistemas de Informação e Pós-graduando em Auditoria de Tecnologia da Informação. Ele desenvolveu um subdomínio, o 'Ortografa', onde você tem a reforma ortográfica num clique. Um projeto inovador, desenvolvido meio acidentalmente, conforme descreve Ramon em seu sítio. "Confesso que ainda não caiu a ficha sobre o Ortografa! Um projeto que nasceu “sem querer” e que em poucos dias conseguiu um pico de 13.000 acessos num único dia!", escreve ele.

Teve dúvida, basta acessar e digitar a palavra ou frase, para visualiza-lá na nova regra. Segundo informações contidas no Ortografa, o sistema está em atualização constante. Vale a pena salvar o endereço nos favoritos de seu pc, para facilitar a consulta quando necessário.
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sexta-feira, 27 de março de 2009

IPVA, Cide e Pedágio Isto É 'Tri-tributação'


Temos três impostos com nomes diferentes, que têm a mesma finalidade: conservar e recuperar as estradas. Bem talvez você esteja imaginando: 'Bem, mas pedágio não é uma tarifa?' Será? Isso é o que governo quer que acreditemos.

Pagamos um altíssimo imposto chamado IPVA, que deveria ter a finalidade de nos garantir o direito de rodar em rodovias perfeitas e duplicadas, tanto nas cidades e nos trajetos entre elas em todo país.

"Mas que país é este..."

Além do pesado IPVA, criaram mais um imposto. 'Imposto' sim senhor! E deram o bonito nome CIDE, Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico. Ah!!! MAs ainda bem que alguém pensou em alguma coisa para recuperar nossas estradas, que estão em estados deploráveis. É mais um imposto com a mesma finalidade, isso, quando cursava contabilidade, minha professora de Direito Tributário, chamava de bitributação. Ou Seja dois impostos que servem ao mesmo fim e pagos pelo mesmo contribuinte: Os proprietários de automóveis, ou seria "próprio-otários".

Não contentes com esta dupla arrecadação, que devem ter contribuído e muito para pagar mensalão, mensalinho e outros mimos. Alguém no governo teve mais uma ideia brilhante: 'Vamos recuperar as rodovias e privatizá-las, daremos concessão para serem administradas pelo setor privado. Em troca de sua conservação, poderão cobrar uma pequena taxa, que chamaremos de pedágio. ' E nós os "próprio-otários" de veículos concordamos, e usamos até argumentação plausível: 'É melhor pagar pedágio e ter boas estradas, segurança, socorro em caso de acidentes e panes, do que não pagar e rodar por estas rodovias esburacadas, sem nenhuma segurança.'

Com mais este imposto, agora pagamos tri-tributação! São três pesados impostos com a mesma finalidade, é inconstitucional senhores advogados da OAB, Procons, Ministério Público e todas os órgãos de defesa do consumidor. "Isso é uma vergonha!" Diria um âncora de telejornal muito conhecido. Até quando seremos impedidos em nosso sagrado direito de ir e vir? Pois se você não tem dinheiro para pagar estes três impostos, e olha que pesa no bolso, não tem como seguir viagem.

Mais uma vez somos enganados e parece que está tudo bem. Mas não está! Precisamos responder a esta classe de políticos que aí está, delapidando não apenas o país, mas a cada um de nós. Visam apenas seus interesses particulares e a do grupo que representam, que certamente não é o povo brasileiro. E a maior reposta que poderemos dar é não votarmos mais neles. Essa é a nossa arma, não vamos permitir que sejam reeleitos.

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Projeto do Aglomerado da Serra vira documentário


A estudante de jornalismo Walderez Simões, de 53 anos, psicóloga e que está buscando sua segunda graduação, vê uma interação entre as ciências humanas e as sociais.Sua formação de certa forma influenciou na hora de escolher seu projeto de conclusão de curso, no segundo semestre de 2009. Apaixonada pela psicologia, ela se juntou aos colegas de curso, Vinicius e Rafael, para fazer um documentário sobre a paternidade na adolescência. Segundo ela a ideia surgiu de um matéria que fizeram no Aglomerado da Serra para a disciplina de TV no sexto período.

Simões conta que quase todos os projetos, para está faixa etária, que abordam a questão da gravidez na adolescência, são focados nas meninas. O grande desafio, segundo ela, é tentar produzir um documentário de uma forma mais didática. O objetivo deles é chamar atenção para os meninos que vivem este drama. "Em sua maioria, são partes de um grupo social, que tem a ausência da figura paterna. O que, contribui para terem uma liberdade sexual muito grande. Isso os deixa sujeitos a viver uma experiência sexual muito cedo", filosófa a estudante psicóloga. A intenção deles é que este video venha ser aproveitado depois pela comunidade como um suporte educacional.

Simões comenta que o curso trouxe de volta o hábito pela leitura, "Sempre gostei muito de ler, e as opções de leituras que o curso oferece, me ajudaram a apurar meu senso crítico, ampliando minha visão de mundo", afirma. Ela assinala que o Webjornalismo está sendo uma grande aquisição. Sua intenção é aprimorar os conhecimentos neste campo da comunicação, e trabalhar com esta ferramenta.

Entretanto, Walderez assinala ainda, que depois de 20 anos, a faculdade mudou muito. "A faculdade que estudei, mesmo saindo fora do eixo 'federal e católica', era muito bem estruturada, já naquela época, oferecia muitas atividades extracurriculares", comenta Simões, decepcionada com a estrutura oferecida pela Estácio. De acordo com ela, os jovens eram mais concistentes em sua época, isso, em relação a leitura, ao conhecimento e pricipalmente no enganjamento político. "Por exemplo, ninguém ficaria alienado com o que está acontecendo nesta faculdade. Nós éramos mais enganjados social e politicamente," afirmou.
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